segunda-feira, 5 de abril de 2010

Só é feliz quem sabe o que quer.

E quem, mesmo sabendo, não tem o empurrãozinho tão necessário do destino? E quem sabe mas não tem nenhuma circunstância a seu favor? É errado mudar as vontades em função dessa falta divina de incentivo ou seja la qual for a palavra?

Ser versátil é uma dádiva mas se torna uma maldição quando há indecisão, falta de certeza. Acho que é nesse contexto que "saber o que quer" faz sentido.
É aí que me encontro, entre um saber antes forte e agora enfraquecido pelas circunstâncias e um não-saber repleto de possibilidades que talvez não possam me fazer tão feliz. Mas quem sabe o que eu dava como certo fosse errado ? Quem sabe?

Quando comecei a escrever, pensava que por mais que o passado possa vir a ser presente novamente, o tempo dele ja passou, que passado é presente que virou e ficou passado. Agora pensando bem, grandes conquistas são feitas na segunda chance, só cabe ao passado dar valor ao presente de ser presente novamente.

2 comentários:

  1. Concordo que passado e presente possuem relação tênue. A questão é saber se para voltar a ser presente, o passado continua íntegro, porque, se estiver partido, quebrado, rachado, a tentativa não vai dar certo e pode causar problemas grandes.

    E sobre incentivo, bom, a única pessoa que pode resolver sua vida é você mesmo, por mais clichê que isto soe.

    Fica o ensinamento do profeta McCartey: "Hey, Jude, begin, / you're waiting for someone to perform with. / And don't you know that is just you? / Hey, Jude, you'll do,
    the movement you need is on your shoulder."

    Gostei do seu blog. Vou ficar de olho, posso?
    Beijos e boa sorte!

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